
Gabriele Pires Alves
Tecnologia a favor da ciência
O setor de novas tecnologias ganhou um aliado com a implementação da Política Nacional de Desenvolvimento da Biotecnologia. Setores como meio ambiente, saúde, indústria e agropecuária passaram a receber investimentos do governo federal e, com isso, surgiu a graduação multidisciplinar em Biotecnologia.
Esse campo atua na realização de pesquisas polêmicas como clonagem – processo de criação de um organismo geneticamente igual por meio assexuado –, alimentos transgênicos ou geneticamente modificados, células-tronco – aquelas que são capazes de originar outros tecidos do corpo. A questão dos impactos éticos, legais e sociais desses exames é latente na graduação.
O biotecnólogo investiga o emprego de microorganismos no cultivo de alimentos para torná-los mais apetitosos e seguros. Nas indústrias farmacêuticas, os medicamentos biológicos abrem novas perspectivas de cura para males que a pesquisa tradicional ainda não conseguiu tratar.
As matérias fundamentais do curso são química, física, cálculo, biologia e informática. A partir do segundo ano, alguns cursos seguem caminhos diferentes, adotam matérias que variam entre Metodologia da Pesquisa Científica, Gestão em Biotecnologia, Estatística Experimental, Bioética e Biossegurança, Biomacromoléculas, Enzimologia, Biologia Molecular, Engenharia Genética, Melhoramento Genético em Biotecnologia, Processos Bioindústrias, Imunologia e Bioinformática.
Instituições:
Região Nordeste
Rio Grande do Norte: Ufersa.
Região Sudeste
Minas Gerais: Unifal, Unipac, UMA.
Rio de Janeiro: UFRJ.
São Paulo: UFS-Car, Unesp, USP.
Região Sul
Paraná: Unipar
Santa Catarina: Unoesc.
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