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Às vésperas do dia 15 de outubro, data em que se comemora o dia do professor, é de suma importância recordar e refletir sobre a frase “Professor é profissão. Educador é vocação”, cujo autor é o mestre e doutor Salomão Becker, um dos idealizadores para a significação desta data tão especial para os profissionais da área da educação, e, sobretudo, para os estudantes, que tanto necessitam da presença dos mestres em sua jornada rumo ao conhecimento cientifico e social.
Durante a infância, na ausência dos pais, os professores são responsáveis pela primeira formação social das crianças. É quando esses pequenos estudantes têm contato direto com pessoas que não fazem parte da sua família e aprendem a interagir e respeitar os costumes alheios, conforme a lição proferida por seus educadores. Dessa forma, segue todo o processo escolar na vida estudantil, pois os professores não apenas apresentam as matérias pelas quais se dedicam a ensinar, mas principalmente exercem a ilimitada função de colaboradores para que seus alunos tornem-se cidadãos respeitáveis e conscientes do seu papel na sociedade.
Ensinar, exige muito mais que a simples transmissão de um conhecimento prévio. Acima de tudo, representa toda uma dedicação, um acompanhamento diário estudantil, para que seja possível identificar as dificuldades dos alunos, seus anseios, medos e desejos. Em seguida, é fundamental que os professores apresentem propostas não somente para que seus estudantes possam obter maior aproveitamento nas disciplinas escolares, mas também, não menos importante, ensinar-lhes o valor inestimável da vida social, da ética, da moral, do companheirismo, inclusive de uma consciência crítica, pois como formadores de opinião, cabe aos mestres também essa relevante missão: ensinar a pensar. Portanto, esta tarefa requer aptidão, dom, uma espécie de vocação, assim como nas demais profissões.
Este é um momento propício para se refletir o quão preciosos são estes profissionais da área de educação. São eles que colaboram para a formação das demais profissões, porém, precisam de maior reconhecimento na sociedade, tamanho é o seu papel para o desenvolvimento do ser humano. Por isso, os professores não devem ser lembrados apenas nessa época de comemoração, mas sim, durante todo período letivo, por conseqüência, durante toda a vida. É importante lembrar que muitos podem até ensinar, mas educar cabe somente aqueles que possuem esse dom. É muito bom poder ter a certeza de que se pode contar com esses educadores. Mestres, a vocês: muito obrigado!
O Professor não apenas ensina apenas sua matéria, mas também nos ensina a viver!
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Saiba mais sobre o Dia do Professor
13/10/2008 - 07:59:16 por
Adrielle Lopes de Souza /
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Será que Clara - aquela do romance de Lima Barreto - realmente não possuía valor algum? Ou ela viveu numa sociedade deturpada moralmente, que a depreciara de tal maneira que ela concluiu isso? A discriminação racial ocorria no século passado, nos anteriores a ele e pior, se faz presente até hoje, tanto na sociedade brasileira como fora dela. Esse problema é provocado pela ignorância e estupidez de algumas pessoas.
O racismo já foi motivo de inúmeros conflitos sociais. Um exemplo é o Apartheid (política de segregação racial que aconteceu na África do Sul, a qual designava a detenção do poder por parte dos brancos, enquanto os povos restantes eram obrigados a viver separadamente). Assim, o homem cometeu, ao longo da história, atos vis, assustadores e ininteligíveis, revelando-se, por vezes, um ser realmente "racional".
Nelson Mandela: Ícone da luta contra o apartheid na África do Sul
A cor da pele é uma mera questão de maior, menor ou total ausência de pigmentação, desencadeada durante o processo de adaptação do ser humano no planeta. Nota-se, então, que os problemas do passado ocorreram simplesmente por ignorância, pela não aceitação do diferente. Continuar com isso, hoje em dia, configurar-se-á praticamente como um estado de "loucura ou idiotia".
O ser humano é inteligente, extraordinário, fascinante, único e, ao mesmo tempo, igual a todos os outros. Ele não pode, dessa maneira, discriminar o próximo como se não fosse um ser idêntico a ele próprio, pois isso seria, no mínimo, ilógico.
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Saiba mais sobre o Apartheid
10/10/2008 - 13:27:31 por
Marcos Oliveira Mendes /
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Tentando retomar a proposta inicial do blog, começo hoje uma espécie de relato quinzenal do meu cotidiano. A idéia é escrever sobre a vida de vestibulando, sobre a escola, as pressões e mesmo as provas do vestibular aqui do Estado do Rio.
Assim, é preciso dizer que estou a exatos trinta dias do exame da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde vou prestar para Jornalismo. A primeira prova, no dia 09 de novembro, é constituída por disciplinas não-específicas, que no meu caso são Biologia, Química, Física e Matemática, e pelas provas de Língua Portuguesa e Redação, cuja pontuação vale tanto quanto as específicas.
Duas semanas depois, no dia 23, farei a segunda prova. Desta vez, com as matérias específicas da área de minha escolha, ou seja, História, Geografia e Inglês. A prova possui uma média de dez questões com duração de cinco horas, e o caráter diferencial está no fato de todas as provas, específicas e não-específicas, serem integralmente discursivas.
No dia 20 de novembro, antes da segunda prova da UFRJ, acontece a prova da Unirio (Universidade do Rio de Janeiro), para aqueles que não conseguiram ingressar pelo ENEM. No Estado do Rio, a Unirio é a única universidade pública que aceita o Exame Nacional do Ensino Médio como substituto para o vestibular. Aqui, a prova é composta por setenta questões objetivas na primeira fase; trinta questões de Língua Portuguesa, trinta e cinco de cada específica e uma redação, compõem a segunda etapa.
Em 07 de dezembro, é a vez do exame da UERJ, para onde vou prestar também para Jornalismo. Esse exame é constituído por cinco questões de Língua Portuguesa, Redação e dez questões específicas (todas discursivas), que nesse caso são Inglês e História, tendo esta última peso dois.
Escolhi prestar vestibular somente para três universidades – UERJ, UFRJ, e Unirio – mas a maior parte das pessoas que conheço vai prestar para algo em torno de seis universidades. Falei aqui, hoje, sobre as provas de um modo bastante geral. Daqui a duas semanas falo um pouco sobre meu dia-a-dia como vestibulanda.
09/10/2008 - 07:08:06 por
Fernanda /
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08/10/2008 - 14:10:19 por
Ítalo Augusto Souza de Assis /
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Em 1827, o poeta e Escritor alemão Wolfgang Von Goethe pronunciou a seguinte frase: “Podiam-se parir meninos educados, se os seus pais já fossem bem criados.” Isso traduz o modo pelo qual a educação familiar é fator primordial no desenvolvimento psíquico, intelectual e físico do ser humano durante toda sua existência.

06/10/2008 - 18:12:09 por
Adrielle Lopes de Souza /
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03/10/2008 - 18:25:30 por
Marcos Oliveira Mendes /
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Nos últimos dias, as manchetes dos jornais têm sido dominadas pela crise financeira mundial. A cada dia as bolsas batem recordes de queda. Segunda-feira, 29 de setembro, a bolsa norte-americana perdeu 1.2 trilhões de dólares, depois que o Congresso rejeitou o plano do presidente George W. Bush e do secretário do Tesouro Hank Paulson – no valor de US$ 700 bilhões – que pretendia estabilizar os mercados comprando ativos hipotecários.
Ninguém entende ao certo o que está acontecendo no mercado financeiro e suas conseqüências. Há algum tempo, o mercado vem passando por turbulências que muitos chamaram de ajustes à era do crédito fácil. No dia 22 de fevereiro de 2008, o banco inglês Northern Rock foi a primeira grande vítima da crise econômica tendo sido nacionalizado pelo governo britânico.
Os baixos juros e o crédito fácil foram responsáveis, em parte, pela bolha imobiliária norte-americana e os recentes aumentos nos juros impostos pelo Fed (Banco Central norte-americano) diante da ameaça da inflação, causaram problemas a uma parcela da população. Muitas seguradoras e bancos, sem exigir garantias suficientes ou sequer comprovação de renda, concederam financiamentos para compra de imóveis. Com o aumento dos juros, alguns devedores não conseguiram quitar os empréstimos o que resultou em prejuízo às instituições financeiras e à economia.
O fato de ninguém saber ao certo qual banco possui liquidez o suficiente para sobreviver à crise provoca a diminuição dos empréstimos entre os próprios bancos, sem contar que estes se tornaram ainda mais raros por conta do aumento dos juros.
Um problema causado pela turbulência financeira é que quando um banco é tomado por rumores de falência, os depositantes retiram boa parte de seu dinheiro. Desse modo, por exemplo, um banco até então reconhecido como “seguro”, torna-se ameaçado pela redução do seu volume de dinheiro sem diminuir os empréstimos por ele feitos; logo, os bancos passam a ter ou a mesma quantidade de dívidas e de dinheiro disponível, ou uma maior quantia de dívidas.
Diversos bancos e seguradoras foram resgatados por seus respectivos governos, ou foram vendidos a outros bancos, ou ainda receberam dinheiro do governo sem, no entanto terem sido nacionalizados: Northern Rock, AIG, Fannie Mae, Freddie Mac, Wachovia e Fortis.
A questão que ecoa atualmente é: por que os governos, mais especificamente os contribuintes, deveriam pagar pelos erros dos bancos e dos mercados em um sistema capitalista que defende a não-intervenção? O grande problema é que não intervir traria riscos ainda maiores a empresas e pessoas, pois se os bancos forem à falência a economia não sairá imune, e o mercado financeiro já deu sinais disso nessas últimas semanas...
Veja o perfil de Fernanda Badolati
Entenda a crise dos Estados Unidos
Postado em:
02/10/2008 - 07:20:05 por
Fernanda /
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A língua portuguesa é a terceira mais falada do mundo ocidental. É o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. No entanto, é visível a existência de variações dialéticas entre estes países, tanto na oralidade quanto na grafia.
Já nos acostumamos a enxergar o português como um dialeto multifacetado. Isso se torna mais evidente para os usuários de computador e internet. Quando vamos instalar softwares ou efetuar cadastros online encontramos, no item idioma, as opções “português” e “português brasileiro”. Esta situação se transforma em empecilho para publicações oficiais, tais como documentos internacionais e livros.
Visando uma solução para este impasse, o presidente Luiz Inácio, em cerimônia na sede da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, assinou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Este tratado, que foi aceito pelos oito países lusófonos, tem por objetivo unificar a escrita da língua portuguesa. Para isto, foram feitas algumas alterações: a supressão do trema (pingüim passa a ser pinguim), a queda de acentos diferenciais (pára passa a ser para) e as alterações na regra do hífen (semi-aberto passa a ser semiaberto), as letras k, w e y, que eram consideradas como estrangeiras, passam a integrar nosso alfabeto. Ao todo são vinte bases de mudança na língua.
Os livros também deverão ser atualizados. O Ministério da Educação (MEC), por exemplo, deu prazo de até 2010 para que os livros didáticos estejam adaptados. As editoras estão contratando revisores e preparando funcionários para ministrar cursos para professores.
Entre os discentes e docentes existe preocupação com a adaptação. As opiniões sobre esta mudança divergem. Até mesmo na ABL existe este conflito de opiniões entre os membros. “Trata-se de uma medida estrategicamente muito favorável aos 230 milhões de falantes da nossa língua.” – assegura Arnaldo Niskier. “Pessoalmente, eu sou contra. Acho que a língua, como a fotografia, é feita pelo povo. Não adianta o governo disciplinar”, pleiteia o escritor Carlos Heitor Cony.
Estas normas entrarão em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2009, mas, quem vai fazer vestibular ou concursos a partir desta data, não precisa se preocupar ainda, pois a norma atual será aceita até 2012. Em outros termos, teremos quatro anos nos quais as duas regras poderão ser utilizadas, todavia devemos tomar cuidado para não misturá-las em um mesmo texto.
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30/09: Presidente Lula sanciona acordo ortográfico da Língua Portuguesa
01/10/2008 - 13:57:12 por
Ítalo Augusto Souza de Assis /
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Urna eleitoral: A arma política do povo brasileiro
29/09/2008 - 09:10:02 por
Adrielle Lopes de Souza /
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26/09/2008 - 13:21:04 por
Marcos Oliveira Mendes /
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