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A família brasileira vivencia uma situação complicada. Jovens de poder aquisitivo excelente traficam drogas, cometem furtos, roubos e, em alguns casos, até assassinatos. Impelida ora pela ausência dos pais, ora pela constante tentativa por parte deles de substituir ou compensar a deficiência nos ensinamentos morais por meio de presentes materiais (carros, altas mesadas, cartões de débito e crédito ilimitados), essa geração tornou-se vazia e desnorteada.
Os pilares familiares têm sido largamente preteridos nos dias de hoje. É mais importante para os pais trabalhar o dia todo e garantir salários esplêndidos do que dedicar um tempo para educar e transmitir valores éticos aos seus filhos. Nota-se aí, então, a omissão e o egoísmo por parte deles. O que fazem, freqüentemente, é passar a responsabilidade à escola, esta que não está capacitada devidamente e, com certeza, não desempenhará de maneira satisfatória tal papel.

Os jovens têm perdido os valores morais
Em oposição aos valores tradicionais, a educação permissiva gera uma legião de desajustes que, muitas vezes, acabarão em delinqüência. Logo, destinar mais tempo para os filhos e proporcionar, além de um padrão elevado de vida, o aprendizado de valores morais, pode ajudar na diminuição da entrada de jovens no mundo do crime.
Observa-se o que emanou do comodismo, da falta de dar atenção e afeto aos filhos ou de uma educação liberal e sem autoridade racional e madura, jovens desequilibrados e sem consciência alguma do que fazer ou de que rumo tomar na vida. É dentro de casa que a criança começa a ser orientada, tanto para a paz, quanto para a violência. Assim, seres humanos dignos surgem de uma educação que tenha como base o amor e o respeito, mas nunca a indiferença ou a falta de regras e atenção.
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Nardoni e Fritzl: Onde foram parar os valores da família?
Quem precisa? A polícia que mata
12/09/2008 - 12:36:38 por
Marcos Oliveira Mendes /
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No penúltimo domingo (31), cerca de quatro milhões de pessoas realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM – considerado por muitos, mais difícil que a prova de 2007. O resultado está previsto para o mês de novembro.
O ENEM é tão procurado porque é a porta de entrada para muitos que querem ingressar na faculdade através do Prouni, programa do governo federal que distribui bolsas de estudo a pessoas com insuficiência de renda para custear o ensino superior. Contudo, o ENEM raramente funciona como um vestibular, ou seja, permitindo entrada direta nas faculdades públicas, normalmente ele funciona como um bônus. Aqui no Rio de Janeiro, a Unirio (universidade pública federal) reserva 50% das vagas aos aprovados no ENEM.
Os candidatos que conseguem alcançar 70% de acertos – média da prova objetiva somada à redação – são classificados e ordenados decrescentemente. Apesar disso, a Unirio tem como política não divulgar a nota mínima nem a nota máxima exigidas em seus cursos para o ingresso de estudantes selecionados através do ENEM.
A redação do ENEM 2008 sofreu modificações em relação aos anos anteriores onde um único assunto era proposto. Este ano os candidatos puderam escolher entre três temas, todos relacionados à Amazônia. Houve reclamações de que a prova estava cansativa e com textos extensos. No entanto, muitas vezes, conseguir ler o enunciado até o final garantia o acerto da questão através de uma simples interpretação. O fato é que depois algumas questões, isso já se tornava difícil, na verdade quase impossível...
Fiz a prova do ENEM, e também achei muito cansativa: depois de um caderno de provas com dezoito páginas (num total de sessenta e três questões) ainda me deparei com uma redação de um tema, no mínimo, complexo. Prestei também o exame de qualificação da UERJ (sessenta questões) e achei mais complicado que a prova do ENEM, já que o primeiro exige mais conhecimento “técnico das disciplinas” do que propriamente leitura interpretativa. Saí do exame da UERJ mais “acabada” do que quando saí do ENEM, na verdade me senti exaurida!!! Outra diferença entre eles é que a UERJ dá ao candidato uma segunda chance: aquele que não conseguiu alcançar a nota desejada no primeiro exame pode tentar melhorá-la numa segunda oportunidade que, neste caso, acontece no próximo domingo dia 14 de setembro.
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Entenda a relação entre o Enem e o ProUni
11/09/2008 - 14:20:02 por
Fernanda /
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Inspirados no modelo europeu, muitos países almejam a formação de comunidades que ultrapassem o caráter econômico para abranger aspectos políticos e militares, entre outros. Assim também o continente da Oceania tenta formar uma união entre seus países e os de outros continentes próximos.
Nesta tentativa foi formado o Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) que, como o próprio nome deixa explícito, se restringe a assuntos econômicos e da qual fazem parte Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Peru, Rússia, Cingapura, Tailândia, Taiwan e Vietnã.

No entanto, o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, tem a intenção de fundar a Comunidade Ásia-Pacífico, seguindo padrões da União Européia. Esta seria formada pelos países da Apec e a Índia até 2020. Em visita a Cingapura, Rudd pediu a colaboração dos governos de China, Estados Unidos, Índia e Japão para conceber este bloco.
O grupo trataria de temas de cunhos político, cooperativo, ambiental, comercial e militar. A proposta feita pela Austrália inclui a cooperação em assuntos como o terrorismo e a segurança energética e de recursos, além de um acordo de livre-comércio.
Como afirmou o líder da Austrália, "o desafio é como construir uma instituição na qual os atores regionais possam discutir também temas políticos e de segurança", afinal este grupo deverá ser composto por membros de quatro continentes diferentes (Ásia, Oceania e Américas do Norte e do Sul), com contextos e interesses, em muitos aspectos, divergentes.
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10/09/2008 - 14:11:28 por
Ítalo Augusto Souza de Assis /
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"O grito do Ipiranga", de Pedro Américo
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Características da regência de D. Pedro I
Hino da Independência
08/09/2008 - 10:06:53 por
Adrielle Lopes de Souza /
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Decidi discorrer sobre esse texto de Drummond, que, sob o meu ponto de vista, é uma verdadeira crítica à sociedade. Obs.: Esse texto já foi tema de um dos vestibulares da UFBA (Universidade Federal da Bahia).
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05/09/2008 - 13:42:59 por
Marcos Oliveira Mendes /
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No ano de 1982, Israel interveio na guerra civil do Líbano para destruir as bases da OLP e embora tenha se retirado em 1986, manteve suas tropas na fronteira até o ano 2000. A invasão do Líbano por Israel provocou a criação do grupo libanês Hezbollah, que atualmente controla várias partes do país e, apesar de ter um braço militar, realiza um trabalho voltado para o social, conquistando o apoio de grande parte da população xiita. A guerra do Líbano em 1982 foi uma das causas do conflito de 2006, quando Israel e Hezbollah se enfrentaram.
Em 1987 e 2000, sentindo-se oprimidos, os palestinos iniciaram dois levantes contra os israelenses, conhecidos respectivamente como Primeira e Segunda Intifada, sendo que a última eclodiu porque o então primeiro ministro israelense, Ariel Sharon, visitou a mesquista de Al-Aqsa, considerada sagrada pelo povo palestino.
A luta dos palestinos resultou na criação de diversos grupos militares com o objetivo de destruir Israel e restaurar a Palestina, sendo Hamas e Fatah, atualmente, os dois principais exemplos deste modelo. Percebendo a importância dessas organizações, Israel contra-atacou com uma “política de assassinatos” matando Ahmed Yassin, fundador do grupo Hamas, e tentando, sem sucesso, assassinar Khaled Meshaal, o atual líder desse grupo.
Em 1993, Yitzhak Rabin, então primeiro ministro israelense e Yasser Arafat (líder da OLP e do Fatah, futuro líder da ANP) concordaram com a criação da Aliança Nacional Palestina e com o controle palestino de algumas partes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Esse acordo, conhecido como Acordo de Oslo, culminou com a morte de Rabin por um extremista judeu, logo após a assinatura do ajuste.
Formado por União Européia, Estados Unidos, Rússia e ONU, o Quarteto para o Oriente Médio havia defendido a realização de eleições livres na Palestina. Entretanto, a morte de Arafat em 2004, a insatisfação e a corrupção no Fatah abriram caminho para a vitória do Hamas nas eleições de 2006. Instalou-se aqui uma situação contraditória, já que o Quarteto exigira uma eleição “limpa”, mas foi incapaz de respeitar a decisão das urnas. Ao ver o resultado, a maior parte dos países bloqueou a ajuda aos palestinos, alegando que não dariam dinheiro a uma organização terrorista. Com a pobreza e as dificuldades econômicas chegando a níveis extremos foi instaurado, com a ajuda da Arábia Saudita, um governo de união nacional.
Mesmo após intensas negociações para a formação deste governo, os países não retiraram o bloqueio ao Hamas que, em conseqüência, buscou dinheiro com o Irã. Ainda assim, as disputas entre Hamas e Fatah desestabilizaram mais ainda a já conturbada situação palestina e atraíram mais desconfiança por parte da comunidade internacional. Os conflitos entre as duas organizações chegaram a um ponto sem retorno: o Hamas atacou Gaza e dominou a região e o Fatah se apropriou da Cisjordânia. A partir daí, a situação piorou.
Alguns países europeus e os Estados Unidos passaram a apoiar abertamente o Fatah, enviando dinheiro e treinando soldados. Enquanto isso, Israel apertava o cerco ao Hamas, em Gaza, cortando o fornecimento de energia e impedindo a entrada de alimentos acreditando que dessa forma conseguiria diminuir o apoio da população à organização.
Apesar das diversas tentativas de paz, nenhum acordo prosperou até hoje. O embate entre palestinos e israelenses vai além do conflito por um “pedaço de terra”, por uma pátria. Não se trata aqui apenas de questões étnicas, sociais, políticas, filosóficas ou religiosas. Trata-se da verdadeira fraqueza humana, aquela capaz de levar ao preconceito, a guerras, à destruição: a chamada intransigência, incapacidade de suportar e/ou respeitar aquilo que supomos ser diferentes de nós.
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Saiba mais sobre os conflitos entre israelenses e palestinos
04/09/2008 - 07:41:04 por
Fernanda /
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Após acompanharmos a grande polêmica sobre a manipulação de células tronco-embrionárias, nos deparamos com uma nova questão: O aborto de anencéfalos. A anencefalia consiste na malformação do cérebro. São dois assuntos que possuem os mesmos “personagens” divergentes: A medicina e a religião estão no centro das discussões.
De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a América do Norte, a Europa, a Argentina e parte da Ásia permitem o aborto em casos de malformações incompatíveis com a vida. A proibição permanece em países muçulmanos, em parte da África e da América Latina. Segundo o médico geneticista Salmo Raskin, a cada três horas, nasce uma criança sem cérebro no país.
O ministro Marco Aurélio Mello é o relator da ação no STF, de autoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, que permitirá ou não a interrupção da gravidez para casos de anencefalia e já começou, em audiências, a ouvir as diversas opiniões, fatos e argumentos das partes.
O grupo contrário à interrupção da gestação é fundamentalmente baseado em aspectos religiosos e na interpretação do direito à vida, garantido na constituição federal, e citou diversas vezes a história da menina Marcela de Jesus Ferreira que, apesar de ter sido diagnosticada com anencefalia, viveu 1 ano e 8 meses. Esse é composto, principalmente, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Associação Pró-Vida e Pró-Família, além da Frente Parlamentar em Defesa da Vida que, representado pelo deputado federal Luiz Bassuma (PT-BA), declarou que a decisão favorável pode abrir precedente para que se faça o mesmo em casos de outras doenças.
Favoravelmente opinaram o Conselho Nacional de Medicina e o bispo Carlos Macedo de Oliveira, da Igreja Universal, o qual afirmou que a sociedade é tradicionalmente machista, entre outros. Entre os discursos destacou-se o do médico deputado federal José Pinotti, que é assessor da OMS para Assuntos de Saúde da Mulher. De acordo com ele “anencefalia é uma doença letal em 100% dos casos” e o “aborto é a interrupção de uma potencialidade de vida, e um feto anencéfalo não a possui”. Para o advogado Luiz Roberto Barroso, que defende a autora da ação há dúvidas de que Marcela era portadora da doença.
Esta discussão nos conduz a um velho dilema vivido pela humanidade, a contradição entre a fé e os estudos científicos. Por muito tempo, a igreja exerceu influência “incontestável” sobre a verdade. Hoje, aparentemente, é a ciência que assume esta função. Resta-nos discernir até onde vai o papel de cada uma destas instituições nas nossas vidas.
Mello, que, em 2004, expediu liminar liberando o procedimento em todo o país, deu sinais de manter sua posição favorável e fez previsão de que o plenário do STF julgará a polêmica até novembro.
Conheça os diferentes tipos de aborto, suas causas e consequências.
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03/09/2008 - 14:47:27 por
Ítalo Augusto Souza de Assis /
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01/09/2008 - 07:59:46 por
Adrielle Lopes de Souza /
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Saciar a fome caracteriza-se como item básico à sobrevivência de quaisquer seres vivos. O ser humano possui, evidentemente, muitas outras carências: conhecimento, lazer entre outras. Ao passo que é enfatizada a fome, outras questões graves - a educação é uma delas - são preteridas.
É louvável a iniciativa de eliminar a escassez de alimentos da vida de inúmeros brasileiros. Só que o ser humano estabelece distinção entre os demais seres exatamente nesse ponto. Além de comer e beber, requer desenvolvimento intelectual, isto é, ele necessita de cultura.
Direcionar investimentos para apenas um setor não é o correto. A educação brasileira é um exemplo de que isso está acontecendo. Instituições de ensino em estado precário, professores com remuneração altamente defasada, entre outras constatações, revelam o que o governo faz: investe bastante em um campo, enquanto os demais são deixados à mercê do abandono. Assim, os investimentos devem ser equilibrados, de modo que nenhuma área da sociedade fique desamparada.
É como disse Lya Luft: "A fome, as fomes: de casa, saúde e educação, as essenciais. Mas - não menos importante - a fome de conhecimento," ou seja, investir em cultura também é preciso.
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29/08/2008 - 15:16:57 por
Marcos Oliveira Mendes /
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Com a chegada da secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, em Jerusalém, no dia 26, Israel decidiu libertar 198 presos palestinos como gesto de boa vontade nas negociações de paz, tendo estas últimas sido iniciadas em 27 de novembro do ano passado, na Conferência de Annapolis. Esse evento foi realizado com o intuito de promover uma solução com a criação de dois Estados, um palestino e outro judeu, mas nenhum acordo efetivo foi ainda alcançado.
A história de desentendimentos entre palestinos e judeus remonta de um tempo distante. Nos anos de 1890, Theodor Herzl, um judeu austro-húngaro, defendeu a criação do Estado de Israel e tornou-se o principal representante dos judeus que apoiavam a implementação desse Estado. Herzl presidiu a primeira conferência sionista realizada em 1897, onde foi criada a Organização Mundial Sionista, e assinou um programa que defendia a criação do Estado judeu na Palestina.
A Palestina é uma região que esteve sob o controle da Inglaterra com o desmembramento do Império Turco-Otomano na Primeira Guerra Mundial. Em 1935, muitos judeus já habitavam o solo palestino, lugar onde se instalaram após virem da Europa em razão da intolerância de Hitler, do preconceito crescente que sofriam com a ascensão dos regimes fascista e nazista. O fato desta terra sempre ter sido fonte de inúmeras disputas aliado ao aumento vertiginoso da população judia, não somente gerou problemas com os palestinos que ali viviam como também conflitos que ao longo do tempo intensificaram-se. Ao final da Segunda Guerra, o saldo de mortos judeus – de acordo com algumas estimativas – chegava a impressionantes seis milhões. A perseguição e o assassinato dessas pessoas ajudaram a aumentar a simpatia dos vários países do mundo a esse povo, resultando no apoio à Resolução 181 da Assembléia Geral da ONU.
Este documento determinou então a criação do Estado de Israel em 1947, embora sua independência só tenha sido proclamada em 1948. Este fato levou os Estados Árabes (que não concordavam com a partilha da Palestina em duas) a iniciarem contra Israel uma guerra que ficou conhecida pelos israelenses como Guerra da Libertação e como Catástrofe pelos palestinos. Tal guerra teve como resultado a expansão de Israel para além dos territórios determinados pelas Nações Unidas.
Após a Guerra Árabe-Israelense em 1948, Israel enfrentou outro problema com a nacionalização do canal de Suez por Gamal Abdel Nasser, líder nacionalista egípcio, mas não pôde fazer muita coisa a esse respeito, pois tanto a extinta União Soviética quanto os Estados Unidos não apoiaram qualquer ação militar por parte dos israelenses. Os anos de 1960 foram bastante conturbados em conseqüência da criação da Organização para Libertação da Palestina, OLP, que tinha por objetivo a destruição do Estado de Israel. Além disso, outra guerra eclodiu em 1967: a Guerra dos Seis Dias. Neste período, Israel dominou as Colinas de Golã (da Síria), a Península do Sinai (do Egito), a Cisjordânia (da Jordânia) e ainda expandiu seu domínio na área de Jerusalém. O apoio dos Estados Unidos a Israel tornou-se ainda maior quando o primeiro percebeu a superioridade militar do Estado judeu e sua posição estratégica.
Em 1972, durante as Olimpíadas, ocorreram os Atentados de Munique onde vários esportistas israelenses foram mortos pelo grupo palestino Setembro Negro. O ataque chocou o mundo. Israel adotou então uma política de perseguição aos assassinos. No ano seguinte, em 1973, alguns países árabes aproveitaram o feriado judeu de Yom Kippur para realizar um ataque supresa, dando início à guerra de Yom Kippur. Apesar de Israel ter demonstrado novamente sua supremacia militar, o conflito teve conseqüências internas e a primeira-ministra Golda Meir foi obrigada a renunciar.
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28/08/2008 - 14:16:11 por
Fernanda /
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